


É uma maravilha e seria interessante se fosse possível pôr as artesãs de Maubara a reproduzirem algumas destas peças. Há por aí mais fotos deste tipo de peças?
O paraíso só tem uma "amostra" de centro comercial, as piores estradas do mundo (o que é ótimo, afinal é suposto haver pouca gente lá, certo?) e é o lugar perfeito para usar uma câmara fotográfica profissional. Blog sobre Timor Leste e as aventuras de dois (ou mais) "malais" na terra que "o Sol, em nascendo, vê primeiro" (Camões)





Ele vai, procurar, no que concerne ao artesanato de Maubara, apoiar as artesãs sugerindo novos produtos e desenhos que permitam ir renovando o seu produto ao mesmo tempo que mantem as suas características de produto artesanal.

Espantado fiquei também quando vi que naquela zona também se cultiva arroz aproveitando os socalcos feitos há muito.
Chegados às termas, o espectáculo que se nos depara é o que está ilustrado nas fotos abaixo: elas não são mais que ruínas. Creio que já se falou na hipótese de as recuperar mas o investimento terá de ser enooorme, não só para as ditas cujas como também para dar uma melhorada (e que melhorada!...) nos acessos. Pior do que estes só vi, já lá vão uns bons anos, o acesso à praia frente ao ilhéu Jaco, numa época em que resolveram "melhorar" a estrada, já de si horrível, despejando nela umas quantas toneladas de pedregulhos de tamanho razoável --- do que haviam de se lembrar!...
Já no caminho de regresso demos com uma "tecelã" de tais trabalhando num com os desenhos mais característicos da região (os famosos tais de Marobo só usam duas cores: o preto, predominante, e o branco, para os desenhos).










Pois, de facto, nem tudo o que parece é: o que lá está escrito metade em indonésio e metade em português é tão somente "Igreja de Nossa Senhora de Fátima". Uf!... Calculo o susto que os brasileiros apanham quando passam por ali...







Mais tarde a geometria do palácio foi alterada de modo a que a entrada principal passasse para o lado mais estreito do rectângulo, virado para a estrada que corre para sul. A solução foi construir um novo torreão octogonal que, com um dos já existentes, desse a imponência que se pretendia à (agora) nova entrada. Optou-se por não construir o telhado piramidal e, para assegurar a simetria, o do torreão agora à direita da entrada foi eliminado, restando o das agora "traseiras" do edifício. Este ficou, pois e pelo que se vê na foto abaixo, com 3 torreões, sendo que só um deles tinha o telhado piramidal.
Isto é: parece ter-se optado, naturalmente em consonância entre a UCCLA e o Governo de Timor Leste, por usar o edifício não como residência oficial do Presidente da República --- aparentemente a intenção inicial --- mas sim como edifício destinado à realização de cerimónias protocolares, de "recepções".
O telhado, como se vê, é uma complexa "teia" de madeira que suporta as telhas.

